sexta-feira, 31 de dezembro de 2004

Quando eu era pequena sempre ouvia aquela coisa de ano velho morrendo, ficando sem forças e talz...sempre tinha, de alguma forma um quê de magia no incio do ano vindouro...novinho e recém nascido.
Aquilo tudo me envolvia tanto que ficava imaginando o ano velhinho morrendo e o bebezinho ano novo nascendo todo cor de rosa e gordinho...
Me dava uma ansiedade infantil de imaginar-me brincando e interagindo com ele.
Bom...passei bons tempos da minha vida com esse pensamento.
E hoje é 31 de Dezembro e são exatas 04:28 da manhã e eu to insone, com a mesma ansiedade de 15 anos atras, revendo os acontecimentos de forma mais adulta e com a certeza de que o ano não é um moribundo personificado e sim mais uma etapa cronológica a ser passada.
É engraçado falar de coisas profundas e ouvir Obi.
Tô curiosa com meu novo ano.
Tantos planos e uma impressão de coisas acertadas ocorrendo.
Acho que a insonia deriva disso. Essa vontade de ver o novo ano acontecendo...não a meia noite do 31 mas no decorrer dos meses, no passar do meu aniversário...enfim...ver o rumo das coisas tomando realidade.
Sei lá...
Já começo a me sentir renovada...Que viagem...Ano morrendo, ano nascendo...Que gostoso cheiro de novidade no ar.
Feliz ano novo!


quarta-feira, 29 de dezembro de 2004




Eu queria uma única certeza: Saber que, de alguma forma, toda as minhas
ações, planos e investimentos não fossem todos rotos e vãos
como parecem.

E saber também que tudo contribui para um bem que eu ainda não alcanço
mas um dia olharei tudo que eu faço de errado, na tentativa de melhorar,
e perceberei que realmente foram degraus para uma nova e superior existência
interessante.
Ás vesperas do novo ano já nem sei quem sou.
Há uma impressão de estrutura que acredito ser minha, mas ainda inexata.
Deve ser por conta da indefinição do porvir.
Embora haja uma certeza plena de que as coisas caminham para algo melhor mediante a nossa nobre disposição de tencioná-las, há também um certo desapego às boas notícias do futuro que se aproxima.
Gosto da dor por que ela nos acorda para um sem fim de novas possibilidades.
A derrota nos redime do orgulho e o ganho se transforma em maravilhoso sabor.
Há coleções que todos os anos nos predispomos a iniciar: De vidas, sonhos e realizações.
E todas as vezes percebemos a fuga da rota, o feliz retorno e a certeza de ter tentado da melhor forma possível, construir outro degrau.
Há um silêncio festivo se manifestando dentro de mim.
Um silêncio honrado e lavado a duras penas, com um simpático cheiro de acerto exalando por todos os lados.
Mas, como não podia ser diferente, há o choro, a mágoa, certamente nem tudo saiu como a receita inicial, o plano primeiro.
Dentro de toda essa nostalgia de vivências que, ao medir pela intensidade, ainda gritam vivas e atuais, há, certamente, a sensação de dever cumprido, batalha ganha, mas ainda não dá para precisar se o ganho foi aqui ou do outro lado.
O fato é que a renovação interior é uma constante se nos propormos a ser melhores, dar mais, aprender mais e crescer mais.
Somos a medida exata das nossas intenções e sonhos.
Sem realidades desfocadas por infantilismos. Apenas aquelas que nos trazem suportes para correr as milhas necessárias.
E cada lagrima que marque esse caminho nos serve como pequenos cristais sinalizadores, no vasto e inacabado mundo interior.

Às véspera do ano novo me vem a vaga idéia de ser alguém.
Com pequenos projetos, certezas rotas e uma sensibilidade afinada com alguma coisa que não sei nomear.
Se aproximam hostes intermináveis de novas experiências. E minha pequenez humana me esconde. Mas estou ali. A postos, alerta.
Novas construções de viver.
Novas dores, vitórias, crescimento.
Transformação de ser. Olhar adiante e não ver, mas seguir.
Não. Certamente não será um feliz ano novo. Será como tem que ser em nuances e intensidades.
É essa a certeza. No mais, continuar é a melhor tarefa.

segunda-feira, 27 de dezembro de 2004



And she takes another step / Slowly she opens the door
Check that he is sleeping
Pick up all the broken glass and furniture on the floor
Been up half the night screaming now it's time to get away

Pack up the kids in the car / Another bruise to try and hide
Another alibi to write Another ditch in the road / You keep moving
Another stop sign / You keep moving on
And the years go by so fast / Wonder how I ever made it through

And there are children to think of / Baby's asleep in the backseat
Wonder how they'll ever make it through this living nightmare
But the mind is an amazing thing
Full of candy dreams and new toys in another cheap hotel
Two beds and a coffee machine / But there are groceries to buy
And she knows she'll have to go home

Another ditch in the road / You keep moving
Another stop sign / You keep moving on
And the years go by so fast / Wonder how I ever made it through

Another bruise to try and hide / Another alibi to write
Another lonely highway in the black of night
But there's hope in the darkness / You know you're going to make it

Another ditch in the road / Keep moving
Another stop sign / You keep moving on
And the years go by so fast / Silent fortress built to last
Wonder how I ever made it



Two Beds And A Coffee Machine
>> Savage Garden

domingo, 26 de dezembro de 2004

Pela Estrada Fora

E fugimos sem ninguém nos ver.
Mas, se ninguém souber que partimos,
Pode alguém saber que chegámos?
E os dias chegam enquanto noites...
Mas, se ninguém souber que caímos,
Pode alguém saber que chorámos?
E o choro confunde-lhes o sorriso...
Mas o tempo não faz mais sentido
Quando somos nós quem passa por ele.
Tal como a dor se perde no ridículo
Quando somos nós quem chama por ela.
E ansiamos por alguém que chame por nós.
Mas ninguém entende porque fugimos
Dos dias que insistem em fugir de nós.

E, então, fugimos até ninguém nos ver.

Tiago Carvalho
Hum...ontem beijei um mocinho muito fofo.
Pena que de tão fofo se confundiu no absurdo da imaginação e no mundo das idéias. Não fosse Saritita ter visto o carro dele e seu vultinho dentro, certamente acharia que foi produto da minha frutífera imaginação...
Hum...mas foi bom...contrariando tudo o que eu até agora construi em cima de beijos gauchos, esse foi muito bom.
Minha tese veio a baixo...hehehe...sorte a minha.
Mas como tudo o que é realmente bom dura pouco, lá se vão os sumiços na névoa espessa do ir e vir que transitamos.
Mas fica certo que foi um bom presente de Natal...ô...mas se tivesse vindo com verdades, seria bem melhor.
Não consigo admitir dentro de mim essas coisas de relacionamentos modernos...acho que sou uma véia sonhadora...mas não se muda a essência das coisas de dentro.
Fui.

sábado, 25 de dezembro de 2004

Natal simpático o meu.
Pela primeira vez não fiquei trsite, não me senti sobrando, não fiz planos para sumir e desaparecer do mapa e me senti tão a vontade que nem sei explicar.
Algo muito semelhante a passar o Natal em familia.
Assisti muita TV, o que é rarissimo para uma Íris tipo eu, e em fim, estou tranquila.
Foi complicado as minhas pequenas manobras para despistar minhas adoráveis amigas e seus convites de ceia de Natal.
Espero realmente que não se magoem...mas Natal pra mim tem o gosto e o cheiro antigo e que não tenho mais: O da minha familia, os pratos que eles faziam enfim...nunca passei um Natal, a não ser o de hoje, realmente bem.
A solidão, ao contrário do que faria a outras pessoas, quem sabe, me fez bem, me fez tranuila e cheia de lembranças felizes passadas e possibilidades futuras de familia.Um dia terei um Natal igual o que minha mãe fazia em casa com a minha própria familia.
Por enquanto fico feliz pelo Natal das pessoas ao meu redor.
Bobo? Não sei.
Mas foi bom e me senti em paz...e confesso que a longos e perdidos 15 anos nunca senti uma sensação tão liberta com a que estou sentindo agora.
Feliz Natal pessoas. Porque o meu, finalmente foi feliz.

sexta-feira, 24 de dezembro de 2004

Pois é...acordei até meio desorientada depois do sonho maravilhosamente bem fotografado que tive.
O local era Stela Maris, um tipo condominio lindíssimo de casas na beira da praia em Salvador.
Morava novamente com meus tios mas eles não estavam, tinha um quarto maravilhoso com vista para uma ampla praia azul e limpida que me deu vontade de levantar e caminhar por ela como eu fazia antigamente.
Impressionante a claridade da água, a tonalidade da luz do sol incidindo sobre a areia branquinha...e o melhor de tudo: Praia deserta, sem ninguém com seus absurdos guarda sóis e nem bolas voando na cabeça de ninguém.
Tudo era silencio, paz.
O mar, por sua vez, era calmo mas não era bom para nadar.
Também não haviam turistas.
Não sei...acordei certa de que era realidade e já tava prevendo meu menor short e minha blusícula que eu usava quando caminhava no litoral de Arembepe...ai me dei conta do barulho do homem do butijão de gás lá fora, o inuitl telefone na minha vida tocando enlouquecido...e assim, todo meu universo em transe voltou a ser exatamente como era...mas a imagem, o vento, a sensação de frescor estão aqui dentro e explodiu uma vontade imediata de encontrar um lugar exatamente assim...mas onde?
No mundo das minhas idéias será...sei lá...mas a sensação ainda está.
E posso sentir o cheirinho do vento misturado com o sal do mar...putz...preciso ter mais sonhos assim...mas agora vou procurar um remédio porque acho que meu natal será com amigdalite atacada...fui.

quinta-feira, 23 de dezembro de 2004

Stop all the clocks, cut off the telephone.
Prevent the dog from barking with a juicy bone,
Silence the pianos and with muffled drum
Bring out the coffin, let the mourners come.

Let aeroplanes circle moaning overhead
Scribbling in the sky the message He is Dead,
Put crêpe bows round the white necks of the public doves,
Let the traffic policemen wear black cotton gloves.

He was my North, my South, my East and West,
My working week and my Sunday rest
My noon, my midnight, my talk, my song;
I thought that love would last forever, I was wrong.

The stars are not wanted now; put out every one,
Pack up the moon and dismantle the sun.
Pour away the ocean and sweep up the wood;
For nothing now can ever come to any good.


Funeral Blues - Wystan Hugh Auden

quarta-feira, 22 de dezembro de 2004

Estava conversando com minha colega de trabalho sobre o novos babies e, qual não foi nossa surpresa quando nos deparamos com a seguinte constatação: Nós eramos retardadas quando crianças.

É incrível como a garotadinha de que acabou de sair da maternidade sabe de coisas profundas e complexas.

A era da "tecnologia da informação" definitivamente resulta em pequenos dicionariozinhos ambulantes...hehehe...crianças são uns bichinhos fofos...minha sobrinha-prima com dois aninhos já entendia inglês...fiz um bom trabalho...pena que ela está longe longe...wel, saudosismos a parte, tenho que pensar nas resoluções de ano novo.

A mais importante de todas é:
- Digitar mais devagar,não comer letras das palavras e acentuar sempre que necessário.

Como pode uma pseudo professora de redação da UFRGS escrever que nem mongol em suas mensagens instantâneas?
Na real: Não pode.

Buenas...vou trabalhar no Espírito do Natal...alias esse espírito me deu um trabalhão...mandei zilhões de cartões de Natal...O que é esse espírito...tsc...tsc...

terça-feira, 21 de dezembro de 2004

Meu cartãozinho simplezinho de Natal...

sábado, 18 de dezembro de 2004

Hum...Natal, tempo de amar as pessoas...e meu computador esta enlouquecido...hehehe.
Ontem foi muito legal e a bateria de festas e comemorações sao definitivamente otimas. Mas temo por acabar indo parar no AA.
Certamente eu seria o mito, pois certamente sou a mais babaca de todas que consegue ficar bebada de champagne...
Onte achei que eu fosse cai no chão estatelada que nem um ovo dentro de uma frigideira...patético...fico bebada com muito pouco...chega a ser ridiculo...mas essa é a minha maneira...arre!
Ganhei um vale cd importado e fui troca-lo. Troquei por um CD que me fala muito porque é meio gospel, meio jazz, meio folk...uma coleção de natal da jewel que a 4 anos eu procurava enlouquecidamente.
Até uma ave maria tem lá pra dar uma baratinada na minha mente. Adorei minha aquisição. Tá meio podre mas tá valendo...hehehe...e tem uma faixa que não funciona...espero n me arrepender da minha aquisição...hum...
No mais tudo na boa, minha conta bancaria deu uma consideravel melhorada mas não to com grana pra gastar ainda, ganhei um chocotone do Rê mas o sem graça vai me mandar dinheiro ao invez de mandar chocotone e um cartão de natal...por que homens sao tão insensiveis?
Hum...to super feliz porque meus dois amigos descoordenados parece que se assumira e assumiram seu amor...aiquefofos...falando em amor...tava apaixonada até umas 5 horas atras...agora já nao sei mais...meus novos fofos fizeram um...digamos que, revertério no ranqueamento original...isso bom...sinto que o planeta está acometido de uma nuvem de sentimentos contraditorios e tá tudo caindo aqui, no meu quarto...isso seria bom...se eu nao fosse aquariana...
Ok...não deu pra entender...mas eu entendi...e entendo também que preciso tomar agua porque to com sede. Esse calor é idiota.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2004

Essas épocas de fim de ano, verão e natal são, definitivamente, nostalgicas.Lembro me sempre de Rio Preto e da época que eu era feliz e não tinha noção disso.
Não que hoje eu seja infeliz, mas é que na época eu estava impedida de enxergar a vida bela pelas questões da adolescencia mesmo.
Hoje a gravidade já está abalando minhas estruturas, o sorriso já não é descomprometido e realmente há rugas de preocupações fundamentadas definindo minhas expressões faciais.
É um começo decrepto isso: Estar crescendo por dentro, deformando por fora, apagando as imagens doces e dando lugar a coisas mais pesadas e reais.
Sem sonhos e com muita realidade na bagagem.
Há momentos para ser salame e blasé, para ser hipócrita, irritada, stressada.Não há muito lugar para sonhos e divagações por que a realidade é muito rápida e definitiva.
As cores e o brilho do natal e de todas as outras datas ficam apenas na lembrança com a certeza de te-las bem aproveitado, mas que poderia ter sido muito mais sorvido o gole da pureza que delas se apresentavam.Hoje me sinto meio morta.
Sem grandes alegrias e esperando muito pouco da vida vasta que tenho aqui. Estranho porque meu corpo apresenta dores que eu não tinha, formas que eu nao previa e a mente está muito mais sã, bela e ao mesmo tempo racional.
E confesso que não imaginaria nunca, em meus sonhos infantis, que poderia haver paz dentro disso tudo. Onde o infernal dança e aponta tudo o que é velho e sem graça.
Acho que depois de 2 anos é uma das primeiras vezes que vou respirar o fim de ano e sentir o cheirinho de panetone saindo dele.
Calmo, initerrupto e real.
Sem pressas, medos e sonhos.
Apenas o presente e o fatual.Isso me deixa estranhamente feliz que, até a lembrança morna da época em familia se perde dentro dessa sensação tao madura, e se conforma em habitar o mundo da imaginação retroagida.
Bacana isso.
Respirar realidade e problemática controlada pela experiência.
Nunca pensei que pudesse ganhar presente tão terno e complexo por tudo que até hoje aprendi. Devo ter feito a maior parte das lições corretamente.
E creio que minha media na escola de viver foi boa.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2004

Ganhei uma vela linda da japa girl in poa...que fofa...essas meninas sao tão queridas...minhas migas mesmo...adoro-las...hehehe
Esse fim de semana foi bacana.
Gostei mais do domingo claro.
Fui no cinema com o Dudu que eu adoro e tava morrendo de saudades e mais tarde teve festa do clube da luluzinha lá em casa...tava otimo pq foi à fantasia a revelação do amigo secreto. Saritita tava de "badame zara" eu tava de hippe, a Japa de bruxa de blair, Ale de pedrita, Paula de menininha e aSi de mamae noel...detalhe q a fantasia era apenas da cintura p cima...hahahaha.
Vou ficar com saudades das minhas amigas que vão viajar...gosto delas tanto... tanto...vixi...o espirito de natal ta me passando uma rasteira e eu to sensivelzinha...ou seria a tpm...mistérios...

domingo, 12 de dezembro de 2004

E a crônica continua estranha e descontinua.
A unica coisa certa é a apatia com relação a uma série de sonhos deixados de lado, e a certeza de que eles não vão sair do pó das idéias...até por que não há vontade de lutar por eles. No mais, onde tudo é plano e macio, esta tudo bem. É assim que tem que ficar: Plano e macio. Como tem que ser.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2004

Ok.Não tenho lá altas graduações, não faço parte de uma hieraquia razoavelmente importante no meu local de trabalho e muito menos meu sobrenome é de peso quatrocentão...mas, a parte disso tenho em mim alguns qualitativos de educação e cultura que me excluem da grande massa de ignorantes e medíocres que nos cercam.
Mas acho que, por lapidação do Grande Arquiteto - e extremamente bem humorado que deve rir da minha cara lá em cima - acontecem coisas que me fazem duvidar da minha capacidade de lógica e raciocínio e pior, me fazem refletir a respeito da condição da minha educação mediana e do meu intelecto.
Um momento que me sinto uma perfeita pária da sociedade é quando me deparo com o serviço de atendimento ao consumidor.
Sim...meu banco por exemplo, cada vez que desligo o telefone a sensação que me vem é que eles estão levando meu escasso dinheirinho, eu estou deixando libertamente e não entendo nada a respeito do funcionamento do mesmo com relação às minhas economias.
Ok...minha conta bancária é uma das mais pobrinhas que tem por lá, mas eu contorno a custa de muitos neuronios queimados, uma vez que a matemática não rege minha vida...nesse caso, todo cuidado é pouco na hora de calcular...
Pois bem, sempre tem uma coisa que é irreversível e que eu deveria saber, algum débito que deveria exsitir desde sempre e eu nunca fui informada e o pior, sempre tem a maldita alteração que só pode ser efetuada dentro de 30 dias.
Geralmente essa alteração implica em encargos fora da planilha do mês corrente.
Ai a bela Iris liga para seu gerente, que a atende com o mal humor típico de quem odeia oque faz - e o faz somente por salario no fim do mes e certamente porque deve ser bom flertar com as clientes de alto nivel do personalité - e, com a cortesia que milagrosamente aparece em sua fonética, explica-lhe o caso e deixa claro que caso a "coisa" pretendida não seja devidamente reorganizada, NÃO HAVERÁ FUNDOS...e essa é uma forte ameaça a estrutura de um correntista e seu elo com a gerência.
Aí...desfechando essa utópica história de terror moderno - sim, porque gastos inusitados fazem parte do filão trash de terror urbano do novo milênio - ele informa, com a naturalidade gélida de quem tem certeza de que voce já sabia disso porque é obvio o procedimento - como se a humanidade tivesse em sua pré juventude aulas de rotinas bancárias e comportamento de correntistas perrengues - e certamente, ligando para o maldito 0800 voce resolve a situação tranquilamente sem maiores desastres.
Na onda das aplicações, saldo do dia: Um stress sem precedentes, um diploma de anta gerado pelo seu administrador da conta corrente e um problema, que nem existiria, resolvido, por falta de comunicação.
Penso que eu deveria ter estudado mais...não alcanço a supremacia intelectual dos caras...e nao consigo prever futuros...muito menos debitos futuros...fui...

Obs: Novo sorteio do amigo secreto...grrrrr...

terça-feira, 7 de dezembro de 2004

Bom....quanto ao fato citado abaixo estou bem...obviamente que sed escobrir desnuda em sentimentos não é nenhuma oitava maravilha do mundo mas to na boa...Ando mais encanada com os preparativos para o amigo secreto das minas, que por motivos de força maior vai ter que ser alterado p essa semana mesmo...vo te falá...organizar eventos é cansativo a beça!acabo de receber uma msg da japa que parece que nao recebeu seu amigo secreto...vove
...paciencia...paz cintilante...
...
como eu imaginava...terei que sortear tudo novamente...ai amigas e tecnologia...nao dão certo...No mais ta bão...me redimi com as brigas de ontem...pq eu tava uma pimenta "hot hot hot"...minuto...cris piscando
...
como eu imaginava...novo sorteio...aiaiai...isso pq ainda nao compramos nada pra comer e nem decidimos esse pequeno porém...

segunda-feira, 6 de dezembro de 2004

A cavidade que desliza a lagrima deveria ser uma poesia de varios tempos.
Ela é uma espécie de neutralizadora da alma, destila emoções e contém a sorte.
Ao mesmo tempo que derruba ondas de sensações não seguras, vai além, quando ao rolar por sobre a face, muitas vezes nos limpa os olhos e enxergamos muito mais do que queriamos ver...e nos surpreendemos com a qualidade de informação que delas sai.

Amo alguém que não tem condições de gostar de mim.

Hoje o dia está como um presente: Feio, escuro e chuvoso.
Um reflexo de interiores.

sábado, 4 de dezembro de 2004

Frugalidades da vida...
Bebi...to de pilequinho, voltei pra casa sozinha (isso é um avanço).
Não deu balada porque todos ja estavam fazendo alguma coisa...o melhor a fazer é se recolher...Até o Dudu, cachorro, me deu balão...preferiu beijar na boca do que ver a mim, sua melhor amiga...tsc...tsc...amigos vou te contar...ingratos...
Meu coraçãozinho tá confuso e cético. Hoje a Lima e Silva me pareceu munida de artilharia pesada. Tive medo dela. Há muito não tenho sentido essa sensação boba e infantil.
Uma sensação passada, estranha, nefasta, mas que já se foi.
Agora o que resta dessa Iris alcoolizada é um sono atrasado, pois noite passada varei trabalhando, e a quase certeza de que Peteleco não gosta dela como ela queria que gostasse...hoje foi idiota falar com ele. Tudo pareceu ridiculo e previsivel.
Mas já to ficando acostumada com esses "erros estratégicos" da minha vida.
Uma hora eu acerto, ou erro de uma vez por todas. Sem essa chatisse de tentativas e experiências...Vou nanar...hoje a Ipiranga está agitadíssima...Mas estou tão cansada que nem vou ouvir nada...

sexta-feira, 3 de dezembro de 2004

Tarde preguiçosissima essa.
Olhando da minha janela, fechada numa saleta fria com ar condicionado, fico observando o sol refletido no metalico avião do aeroporto.
As poucas nuvens e a sensação visual de muito calor do lado de fora do vidro...me parece bucolico mas é bom.
Ontem não fui no exame da academia porque achei obvio demais o estado engordado que me encontro...se o obvio é ululante porque ouriça-lo ainda mais?
Minha calça jeans tá larga.
Mas acho que é pq o numero é maior que eu mesma...nada muito motivador.
Tô relativamente tranquila e só queria que a paz se instaurasse dentro de casa.
Sei lá...esse tempinho morno ta me deixando molenga...to usando meu brincão...vou começar a usar brincão e tamancos...sei lá...combina com meu cabelo.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2004

Hehehe...por conta de um stress sem tamanho e precedentes ontem acabei entrando numa de "fashion descontrol"...mas ta valendo...afinal...eu tenho que me amar!
Hoje vou passar uns nervosinhos na academia mas tudo bem pq a vida é bela...alias...tá belíssima e não tem uma url precisa pra isso...
Novamente surgindo meus trampos frilas mó fofos e legais, algumas coisas boas acontecendo com outros me deixam animada tb...a Sara fala que eu pareço a Amelie Poulain...hahahaha...fui promovida de "Pollyana" para ""...legal, mas o fato é que tem coisas que vc faz na sua vida, não em seu benefício próprio que são extremamente gratificantes. É como se vc erguesse um tijolinho para a construção da ponte.
Me sinto feliz em poder fazer coisas, em poder dar aula na UFRGS sem receber nada em troca, materialmente falando, e por dar uma maozinha a quem possa interessar.
Faz a vida ter, pra mim, mais sentido e razão.
Sei lá.
Essa é meio que minha essencia...se é bom ou ruim só vou saber quando for trocar ideias pessoalmente com o Arquitetão Alah...então era isso.
Preciso achar uma balada para o fim de semana...