terça-feira, 30 de dezembro de 2003

Tem alguma coisa rasgando meu peito. Dói muito

segunda-feira, 29 de dezembro de 2003


Pior que o natal. será que pode ter? Acho que sim. O ano novo.


Mas, estive pensando. Para um ano completamente arrazoado, cheio de frustrações, decepções, planos falidos, não poderia ser melhor. Para brindar e acabar de vez com esse malfadado ano de 2003, um solitário e triste fim de ano.

Os ultimos dias do ano, como tudo que vivi queria que culminasse. Realistamente falando.

Digamos que esse ano não foi bom. Num contexto geral: Nada deu certo. Tudo o que eu queria se ferrou.

Mas, como nada é de todo tão ruim eu tive algo que no ano passado, com a vida fluindo tranquilamente eu não tive: saude. Esse ano quase desmaiei, vomitei, tive gripe, febre, mas ainda assim estive em todos os rotos compromissos que assumi, ajudei a curar, fisica e emocionalmente váááárias pessoas entre elas amigos e amores. Vivi muitas coisas intensas que significaram muito respeito a alguém e aprendi a ir longe dos meus limites por um sentimento novo que nunca pensei que pudesse dançar dentro de mim. Aprendi a ser mulher plena embora ainda chore como criança assustada. Até cheguei na hora da morte e sem querer impedi um suicidio. E nessa loucura emagreci permantes 7 kilos e oscilantes 3 kilos, somando tudo, 10 kilos!!!

É pra mim esse ano, enquando Iris, nada foi. Mas pra quem pode estar perto de mim, acho que deu pra ter alguma coisa de bom fluindo daqui de dentro.

"Inmyselfmente" falando foi um bom ano. Cheio de lutas mas eu aprendi a levantar a cada tombo. E foi uma sucessão tão imensa de tombos que nem dá pra contar. Quando eu acabava de me firmar para levantar, ja vinha outra grande e imensa rasteira.

Ta aí, desculpe-me por ter resistido e continuado nesse ano cheio de coisas melecosas e horríveis.

Mas sei que perdi amigos queridissimos que considerava parte da familia, perdi amores que me pareciam completos, me afastei de pessoas que tinham significado interior imenso, como o ar que respiro e mudei para outro extremo do país, empreendi e fali. Mas por outro lado, continuo ouvindo e lendo as bobeiras fofas do destrambelhado do Claudio, recebendo cartões da doce Pamela, lendo poesias muito peculiareis do Robson, tentativas de conversão do meu pastorzinho predileto Dani, percebendo que o Marlon mudou, a Madi não casou, a Lici trocou de facu, minha tia se separou, que o Alfinho etá feliz sendo exatamente como é e o tiago começa a enteder que ser ele é o grande barato. De alguma forma, meu ano teve um gás e rendeu até o ultimo momento por causa dessas pessoas. Por saber que estão bem, e que de alguma estranha forma eu, dentro dos meus limitados recursos, interferi positivamente na vida deles.

Provalvelmente nenhum deles vai ler isso. acho até bom, pra não ficarem se achando. São pessoas que, de repente não fazem idéia da torcida a favor que faço por eles mas isso pouco importa. São pessoas antigas dentro de mim. E que ocupam grandes espaços.

Mas posso dizer que termino um ciclo muito complicado que tinha que viver, crescimento. Esse é o nome do jogo. E ano que vem, é sentar e receber os louros de 2004, ano de idade impar (as melhores) e onde tudo vai fluir na boa. Já to com alicerces e bases bem mais sólidas. Eu estou no local que desde criança, escolhi para morar, trabalhando com a coisa que sempre gostei de fazer. Percebo que meus primeiros sonhos estãos e realizando depois de mais de vinte anos. Sonhos infantis que o universo teve que correr pra fazer acontecer...hehehehe...eu nunca facilitei as coisas pra ele. Se eu tinha duvidas que Deus existe hoje só tenho certezas de que está marotamente por perto e hoje está orgulhoso e sorrindo pra mim...depois de tanto chorar pelas minhas escolhas.

Renasci de varias formas e varias vezes. Do nada. Graças a anjos marginais que eu conheci a muito tempo e que distancia nenhuma diminuirá o sentimento bom que tenho, quando lembro de cada um. Alguns eu não tenho noticias, mas são infinitamente lembrados na minha corrente do bem interior.

Sucessos pra todos nós. Que venha o novo ano. Avoid Allure!!! Já to cansada desse 2003.

Minhas promessas para o novo ano:

* Ser leve (nos dois sentidos da palavra)
* Emagrecer mais 10 kilos e virar uma mulher linda, inteligente e sensivel;
* Ir pra sampa dar um beijo na bochecha da cintia e da jaque;
* Namorar;
* Arrumar meu guarda roupa e ter um sobre-tudo lindo pro inverno;
* Cantar um pouquinho pois sinto saudades;
* Ir a igreja pelo menos 1 vez por mes e ficar até o fim pelo menos 1 vez
em cada 4 meses;
* Deixar meu cabelo crescer um pouco e encaracolar como antes;
* Ficar amiga da minha irmã e da galera de salvador e se bobear até
do ministro!;
* Escrever meu livro.

A receita é simples: Mente quieta, espinha ereta e coração tranquilo!




terça-feira, 23 de dezembro de 2003


To adorando isso! O natal as vezes é chatinho mas é um otimo medidor de carinho das pessoas...claro que tem as mensagens falsas mas, algumas sao tão bacanas que a gente acaba por conhecer lados que nem sabiamos que temos...hoje eu me reconstrui só de informações carinhosas e sinceras que recebi de queridos..aiai...natal. que saudades de todo mundo que ja passou pela minha vidinha básica!!!

segunda-feira, 22 de dezembro de 2003


Eu nao tenho amigos...as vezes acho que isso não explica certas atitudes. Tenho anjos. Obrigada carinha. Não poderia ter vindo em melhor hora.


"...Seja leve, que os espinhos passam e não te perfurarão jamais
Voce ja disse isso um dia pra mim e eu nao entendi a extensão dessas palavras e até achei bobo. Mas hoje, vendo seu mundo ruir para nascer em novo formato só posso pensar que o merito da frase é seu.
Conheço teu mundo inteiro e junto com ele tuas aspirações e sei que sua real nao é nada daquilo que um dia planejou. E isso é admiravel. Voce reconstruiu sua propria historia ainda que a duras penas.
E ainda, por mais que lhe doa a carne e voce lute contra toda a magoa que, sem duvida alguma só poderia existir (para os mais fracos certament seria ódio) e ainda sorri. Eu sei que vc riu ontem do programa da claudinha.
Só posso te dizer que as pessoas ao seu redor são felizes e nao se dão conta e cada um que passa e consegue absorver alguma coisa de voce já é uma aula. Cada dia mais te respeito, te adimiro e torço para que volte para cá. Pra gente poder ter longas e interminaveis conversas regadas a sorvete e depois longos e cansativos passeios pelo parque.
Força e tudo de bom. Sempre. "
Turvo e doído...mas estou crescendo e aprendendo a ser diferentede mim, ao mesmo tempo que exatamente eu.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2003

Gestern kämpfte ich mit Teufeln. Ich betrachtete innerhalb der Seelen und nao, das ich glaubte, daß Furcht Schutz zu meinem redor hatte.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2003

Welistones - O início da saga


Vou brincar de escrever.

Era um daqueles verões recordes em temperaturas altas. calor insuportável na metrópole atrapalhava até os pensamentos mais amenos e confundia tudo num turbilhão de vapores urbanos e atitude pacifica. 

Embora ainda o sol nem estivesse disposto a sair ele já estava em seu carro antigo e cheio de problemas tecnicamente incorrigíveis, para seu não tão técnico trabalho. 

Como seu carro não tinha ar condicionado - e mal tinha banco para sentar e a porta abria tranqüilamente em velocidades maiores que 50Km/h - vestia uma regatinha amarela de bolinhas, típica de turista, e lá ia embora pela marginal rumo ao seu tão querido trabalho. 

Na verdade, nem tão querido assim. Quando criança sua mãe, dona Jacileide, queria por tudo que seu filho se tornasse um homem publico, de honra, poder e prestigio como os filhos do seu patrão seriam com certeza. 

Mas com a educação recebida no país até que ele chegou bem perto. Quer dizer, não da forma como sua mãe sonhara mas ele era publico e até um certo poder lhe era permitido. 

Não, honra ele não tinha mesmo e na verdade nem precisava disso. E lá ia ele, feliz e contente no dia de calor para o subúrbio recolher a sua lista de tarefas. O quê? Você quer saber o trabalho do Welistones. 

>>>PAUSA PARA ETIMOLOGIA DA PALAVRA WELISTONES<<<< 

O pai dele havia visto um grupo de cabeludos cantando numa dessas tvs expostas num shopping da zona sul de São Paulo - não, ele não estava comprando e sim pertencia ao grupo de "faxiners" (ele adorava dizer isso) do prédio - e ouviu o apresentador dizer alguma coisa assim: "well, this is Stones, the Rolling Stones..." e seu ouvido achou sonora a frase e a resumiu no que podia e deu nisso: Nascia naquele momento Welistones, o braço direito da OCN - Organiazções Comerciais Nordestina - em São Paulo e especialista em cobrar dividas de mulheres com mais de 30 anos e senhores com mais de 55 anos. Cobrava também, graças a sua aparência viril, executivos esquecidos. esqueciam-se demais? Bem aí quem ficava esquecido do mapa social eram eles. 

Welistones era implacável e mantinha a ordem em suas tarefas. 
Sua frase predileta nas reuniões de motivação que tinha uma vez por mês na sede das organizações numa cidade do interior era: "Fazer o que tem que ser feito e perguntar se estava na hora depois." 

Mês passado ele até ganhou um fuzil AK-47 das mãos do próprio Painho - dono das organizações que trabalhava e, por consequência, dono de metade do país. 

Painho, como o chamavam, era muito humano e as pessoas que mandava matar na verdade eram um desabono a sociedade mesmo. 

Painho dizia: "Antes morto que mal acompanhado. Morreu-se é porque não havia companhia ruim pra ele nesse mundo. Só lamento ter sido pelas mãos dos meus filhos. Mas pela ordem e progresso da nação, alguém tem que sujar as mãos". 

>>>PRIMEIRO EMPREGO<<<< 
Bem...digamos que o rapaz nasceu no dia certo e na casa certa. Sua mãe trabalhava como doméstica numa casa muito abastada e por seus nobres dons na arte de cozinhar, ganhou a proteção da família mais temida, rica e perigosa daquelas bandas e, sendo assim, teve a gravidez mais tranqüila e cercada de confortos. 

E como não poderia deixar de ser, como sempre é, o garotinho Welistones cresceu naquele ambiente, muitas vezes comendo a mesma comida que os grandões da casa. 

Claaaaaaaro, na cozinha, lugar de empregados. 

Na mesma época nasceu Joca, o primogênito da família e eles passaram muitas tardes de criança brincando de pega-policia, pisa-pisa, mata-mata e até passaram muitos dos dias de verão incendiando homenzinhos de plástico para testar suas invencionices bélicas. 

Joca e Welistones ficaram muito amigos até que, ironicamente seus pais viram a luz no fim do tunel e passaram para o outro lado com uma diferença de datas muito pequena. Joca teve que assumir os negócios da família e tornou-se o chefão da maior organização já vista em todo país. 

Imediatamente chamou seu amigo Welistones para fiel escudeiro, mas como não tinha o sobrenome nobre da família não pode ficar com altos cargos. 

Bom, como chefe é chefe e ordens não são discutidas e sim obedecidas, ele ganhou o elegante oficio de cobrar as dividas antigas. Segundo Joca, era o posto mais digno e responsável que poderia sonhar um homem comum. 

Como Welistones eram comum até demais não sabia que poderiam existir outros sois e acreditou naquilo e tornou-se o melhor e jamais as organizações conhecera alguém com tamanha competência e agilidade...

continuarei outra hora.calma é necessário que entendam o personagem primeiro!!!

quarta-feira, 17 de dezembro de 2003


Acho que ja vivi muito. Ou quem sabe comecei muito cedo a conhecer as coisas. E ainda dizem que sou ingenua. Sou mesmo e nao entendo o porque.
Engraçado como as coisas tem perdido seu encanto sucessivamente. Nada mais tem tanta graça. É como se nao conhecesse nada que realmente pudesse me fazer sorrir de verdade. Tudo ja conhecido, vivido e calculado e dolorosamente insipido.
Lembro quando, com 18 anos assumi a diretoria de rh de uma empresa concorrente da tubos e conexões tigre. Lembro que nessa epoca ainda colocava os diretores da empresa dentro do mundo digital com umas aulinhas de integração à informatica. Obvio que isso nao durou por muito tempo. Larguei totalmente a mao pois era grande demais pra mim. Eu não via a hora que desse o fim do expediente para correr para a academia trocar idéias e malhar um pouco com meus amigos iguais a mim que apenas fazima facudade ou cursinho.
Sai, fui para uma outra divisão da empresa, começei a desenvolver um projetinho pequeno, cansei de novo e fui fazer trabalho missionário no norte de Minhas Gerais. Foi bom. Nunca tive férias tão alegres e produtivas.
Mas, ano seguinte, como o dever sempre me chamou, fui parar na gerencia de uma divisão de atendimento da itau seguros...aí eu pirei mesmo e minha cabeçinha totalmente "moving" (quem morou no interior de sampa sabe do que falo)de ser amalucou-se de vez. Mas fiquei um tempao lá e assim se foi um periodo interessante da minha vida.
Ja mudei de cidade varias vezes, conheci gente de tudo quanto é tipo, perdi os vínculos com a galera de casa e tudo isso me faz apenas ter vontade de ver coisas diferentes. Hoje nem se passaram 10 anos desses ocorridos e eu já sou e estou cansada. e as vezes tenho medo que isso se transforme em grandes dimensões e atinja até as coisas ao meu redor.
queria nunca ter andando uma milha a mais. Queria ter sido criada de uma forma ignorante e menos confortável e ao mesmo tempo nao me imagino de outra forma.
Na verdade sou na medida das minhas possibilidades. Até que isso é bacana e bonito. Mas cansa. E a minha unica preocupação é um dia acordar estática e entediada de viver, pois tudo será obvio demais. Ainda bem que existem as surpresas.

terça-feira, 16 de dezembro de 2003

Achei isso uma latinha:


cara...de hoje até o dia 20 tô auditando. Já me armo. Minha disquetera (porta cd's) e meus sons. De repente me deu uma vontade de parar d ouvir faith no more e coloquei falamansa...saudades da Bahia. Na verdade
me deu saudades da maluca viagem a Cruz das Almas (cidade do forró), que eu fui com meus anormais parents e seu carissimo importado que quase sofreu danos devido as lutinhas de espada (a familia é abastadíssima eu não). Entre licores esquisitissimos de saboras bacanas mas que não experimentei pois na época nao bebia e nem comia carne, a gente até se divertiu. O povo é engraçado e nem te conheçe e ja vai te colocando pra dentro de casa e te oferecendo aqueles licores e umas comidinhas estranhinhas mas bacaninhas.
Até que tenho boas historias pra contar...legal...um dia eu conto para voces o que aconteceram nas minhas incursões mundo a fora. com e sem parents.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2003


Pois nada como uma segunda de chuva torrencial para desanimar qualquer ser humano de trabalhar.
Ainda mais quando sai de casa, hoje cedinho, e vi uma coisa rosa dormindo abraçada com minha ppg buttercup...que fofura!
Final de semana altamente domestico. Fiz o tão esperado panetone e um pao tipo ciabata que ficou bacanamente gostoso. Meus dons também estão na area culinária...mas, como nada é perfeito, tive uma enchaqueca ducá que até agora esta a me acompanhar...isso é sacal
Continuo sem vontade de postar e ando pensando como me retirarei para gerar boas energias no ultimo dia do ano aqui nessa city...

quinta-feira, 11 de dezembro de 2003

Estamos enfrentando grandes dilemas existenciais...menor vontade de postar coisas tipo assim, papo cabeça saca? Menor vontade de postar qualquer coisa na verdade.
Já morri por dentro e renasci com fenix..normal. O mínimo que eu poderia fazer por mim, já postei Manuel Bandeira (o cara é uó)...mas época de natal me deixa com vontade de fazer panetone e viajar para longe...então...vou começar a colocar umas coisinhas natalinas bonitinyhas que tenho achado por aí...pra compensar o vazio de idéias!

terça-feira, 9 de dezembro de 2003


"Vou-me embora pra Pasárgada
Lá sou amigo do rei
Lá tenho a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada
Vou-me embora pra Pasárgada
Aqui eu não sou feliz
Lá a existência é uma aventura
De tal modo inconseqüente
Que Joana a Louca de Espanha
Rainha e falsa demente
Vem a ser contraparente
Da nora que nunca tive
E como farei ginástica
Andarei de bicicleta
Montarei um burro brabo
Subirei no pau-de-sebo
Tomarei banhos de mar!
E quando estiver cansado
Deito na beira do rio
Mando chamar a mãe-d'água
Pra me contar as histórias
Que no tempo de eu menino
Rosa vinha me contar
Vou-me embora pra Pasárgada
Em Pasárgada tem tudo
É outra civilização
Tem um processo seguro
De impedir a concepção
Tem telefone automático
Tem alcalóide à vontade
Tem prostitutas bonitas
Para a gente namorar
E quando eu estiver mais triste
Mas triste de não ter jeito
Quando de noite me der
Vontade de me matar
- Lá sou amigo do rei -
Terei a mulher que eu quero
Na cama que escolherei
Vou-me embora pra Pasárgada"
(Manuel Bandeira)

sexta-feira, 5 de dezembro de 2003

morri
por dentro

quinta-feira, 4 de dezembro de 2003

Não sei. Hoje acordei bem. Como se todas as orações do mundo em prol da paz tivessem sido redirecionadas para mim...
Problemas todo mundo tem...mas o sacal é traduzi-los de forma clara para os compreender e conviver pacificamente...essa é a grande arte!

quarta-feira, 3 de dezembro de 2003

Pra voces!




BEIJO NA BOCA
(Neri Monteiro)

Quero um beijo na boca,
E não diga que estou louca
Por querer essa emoção.
Quero um beijo, e agora!
E não diga que não é hora,
Que é outra a minha estação;
Quero um beijo com gosto de primavera,
E não me diga que é quimera,
Que o outono é minha situação.
Quero um beijo de verdade;
Nem que seja de mentira,
Só pra alegrar meu coração.
Quero um beijo que deixe saudade,
Mesmo sem sinceridade,
Por ser isento de paixão.
Quero um beijo enquanto é hora,
Enquanto faço a minha história
De desamor e solidão.

terça-feira, 2 de dezembro de 2003

Puta meu...puta meu...puta meu...
queria que um buraco se fizesse nos meus pés para que nunca mais, por motivo algum eu saisse de lá. Viver é muito complicado e eu tô correndo risco de vida: Ou eu faço logo um livro a meu respeito ou então tenho que ser cuidadosa, se um desses escritores do momento descobrem minha vida e o pior, descobrem que minha historia de vida é absolutamente fantástica (nada boa, nao se preocupem) me matam pra me reinventar... hahaha...que graça
Queria se inabalável e muito mulher mas sou uma idiota menininha.
Não quero mais conhecer o amor. Cansei de brincar.
Quero meus sonhos e fantasias de volta.
Quero tudo aquilo que um dia sonhei de novo nos autos dos meus desejos.
Queria ser simples e porque só consigo ser complicada?
Queria chorar menos e trabalhar mais. Queria ser cruel a querer bem.
Respostas...só isso. A unica coisa que sei que nunca vou ter.

Ainda bem que tem coisas sérias morrendo dentro de mim...isso em traz centro
e tranquilidade. Tô sem idéia...sem ideia para cartão, para
cores, formas. Na verdade to sem idéia de ter idéias. Briguei
com um amigo querido hoje, fui super mal educada com outro querido...sei não...preciso
de férias de mim e encontrar a maravilhosa paz que está cá
dentro, tão escondida, que nem sei por onde começar a procurar.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2003

É dificil explicar se me emocionar. O tema é o de sempre, que me fala a alma e vai reger o resto dos meus tortos dias: crescimento.


Sair de casa foi complicado, deixar o casulo confortavel das coisas na hora e no modelo desejado. Ainda colho frutos amargos de uma decisão incrivelmene desproporcional a minha força, a medida que me perco cada dia daquilo que sonhei.

Falo de sonhos rotos. Pois todos aqueles sonhos que um dia ousei querer pra mim não são reais e, se vieram a tomar forma e ação, nunca pareceram tão fúteis.

Hoje, mais uma vez criei asas, como daquelas outras vezes. Mas essas parecem meio enfraquecidas...Não sei.

Quero sair dessa confusão dentro de mim e voar para o tranquilo. Nunca pensei que pagaria preço algum...nunca pensei na morte e na dor.
Hoje penso e olho pra ela todos os dias. Esqueceram de me ensinar que a vida existe e pode ser real como nos filmes.