quarta-feira, 26 de novembro de 2003



Um momento fã.


Comprem todos o cd!!! Ela é tuuuudo...embora eu prefira as primeiras fases dela.

I'm just a simple girl
In a high-tech digital world
I really try to understand
All the powers that rule this land
They say Miss J's big butt is boss
Kate Moss can't find a job
What was good now is bad
It's not hard to understand
Just follow this simple plan
Follow your heart
Your intuition
It will lead you in the right direction
Let go of your mind
Your intuition
It's easy to find
Just follow your heart, baby
You look at me
But you're not quite sure
Am I it or could you get more?
You learn cool from magazines
You learn love from Charlie Sheen
If you want me
Let me know
I promise
I won't say no

You got something that you're wanting to sell?
Sell your sin, just cash in
You got something that you're wanting to tell?
You'll love me, wait and see
If you want me
Don't play games
I promise it won't be in vain



Nada melhor que começas o dia ouvindo "pieces of you" (Jewel)num constante looping e depois alternar para "hands"


terça-feira, 25 de novembro de 2003


TRAJETÓRIA DA DOR (pra não esquecer minha humanidade)

"...taum tha, foda-se tha aprovado o top tua opinião naum me importa e entaum a minha tb naum pode importar e cada faz o seu trabalho, claro que vaum existir diferenças tipo o meu é bonito e bem e bem acado e o seu sempre parece rascunho."

Íris 17:13: vc me bloqueou...
Íris 17:13: to me sentindo um lixao
Íris 17:13: que triste
Íris 17:13: to na programação errada
Íris 17:13: um erro estrtégico
Íris 17:13: mas erros acontecem mas sempre sao erros
Íris 17:14: estou bloqueada
Íris 17:14: por que sou inconveniente
Íris 17:14: nunca ninguem pensa quao inconvenientes sao para mim
Íris 17:14: quanto nao me sao presentes
Íris 17:15: e quanto me anulo por causa disso
Íris 17:15: é uma tentativa mendiga de ter atenção
Íris 17:15: no lugar erra, pessoas erradas
Íris 17:15: sujeitar-se
Íris 17:15: é isso que to fazendo
Íris 17:15: o tempo todo
Íris 17:15: que horrivel
Íris 17:16: nao poderia resultar outra coisa senão isso mesmo
Íris 17:16: to ficando maluca
Íris 17:16: falando com a parede virtual
Íris 17:16: mas nunca paredes me falaram tanto
Íris 17:16: nada dos dois lados...nem dentro de mim e nem do lado de lá
Íris 17:17: e isso vai ficar ao vento, um rpotesto descompassado de um nada que se foi
Íris 17:17: fazer o que?
Íris 17:17: quem disse que escolhas sao faceis
Íris 17:17: cada uma com sua consequencia
Íris 17:17: e a minha é bem grande. to tamanho dos meus pensamentos e sonhos
Íris 17:17: tortos
Íris 17:18: mas sonhos

segunda-feira, 24 de novembro de 2003

Tenho muitos assuntos na mente hoje.

Li na alma e nas revistas, coisas interessantes a respeito de inveja, cultura,
estilo. Tenho até medo de parecer cética demais com todas as impressões
do dia.

Sei que somos ingenuamente bobos.

Bobos por acreditar que somos infinitamente melhores ou piores que muitas pessoas
quando na verdade somos o que podemos ser e por isso, nossa construção
vem de dentro para fora e não de fora para dentro.

Cada sentimento que adquiro, cada situação que vivo, cada emoção
passada, quer sejam boas ou ruins, são parte imprescindível para
minha educação e transformação.

E ainda tem gente que insiste em se medir de fora para dentro. Roupas, acessórios
estranhos e maneiras quase que anulam sua própria essência.

E isso não é exclusivamente adolescente. Ou se for, percebo que
vivemos numa eterna luta contra o medo de crescer e assumir o que nos transformamos.
Nosso resultado humano.

Mas na verdade, nossa ingênua vontade de ser melhor, sim, pois matamos
e criamos com a única intenção de ser melhor, de estar
melhor de possuir o melhor. Visando sempre o conforto. Tanto psicológico
quanto o espacial e, na maioria das vezes destorcendo valores.

E nessa desordem interna, repleta de valores invertidos e tentativas fracassadas
nos encontramos mais inserido no contexto dos outros do que do nosso: O que
vão pensar? como vão me ver? Aonde posso ser mais visado?

Em fim, uma parafernália de pensamentos corroídos de medo e ansiedade
por uma impressão que nem queríamos ter que passar.

Mas isso se torna tão necessário. Às vezes nem para as
pessoas que estão se colocando, direta ou indiretamente, como centro
de atenções, mas para aqueles que assistem.

Lembro quando cheguei na faculdade em 2000, acabava de vir de Salvador com todas
as honras (na minha opinião todas desmerecidas) que uma designer poderia
ter. Trabalhando e fazendo minhas facus.

Era mais velha não por dias corridos como por alma lançada ao
vento.

Era chato. Chato e divertido ver aquelas pessoas iguais a mim, muitas de idade
semelhante, se esforçando para que pudéssemos trocar idéias
de forma uniforme. Desde quando as trocas são uniformes? Nunca.

E nem poderiam ser.

O grande barato de trocar é justamente o desnivelamento aparente que
isso causa. Mas foi engraçado, eu, que me vestia sempre de um jeito básico
e tudo em mim é muito básico e resumido, me via dando conselhos
de moda e maquiagem para as garotas da minha idade milhares de vezes mais bem
vestidas e melhor maquiadas (sou muito moleca para me dar bem com essas coisas
femininas. Minha sorte é ter o nariz europeu. Senão seria fadada
a jequice for ever).

Era patético, eu era vermelha (no sentido comuna mesmo) demais para ser
elite e capacitada demais para ser um rosto a mais. O engraçado disso
é que eu não poderia ser de outra forma. As pessoas pareciam querer
que eu fosse algo a mais, trocasse mais idéias e fizesse muito mais coisas.
Só pelo simples fato de estar lá. Quando as coisas bacanas acontecessem.
E eu só queria estar na capital paulista para poder estar entre os iguais
da minha área. Aprendendo apenas.

Sou tímida demais pra chamar atenção...Mas se você
escolhe determinados tipo de caminhos, invariavelmente voce acaba por aparecer.

E eu resolvi abraçar a idéia de ser super. Que bobeira.

Entrei na historia que eu mais criticava.

Como sempre, não deu certo. A gente é tão a gente mesmo
que chega um momento que ninguém agüenta tentar imitar ninguém!
E muito menos sustentar uma imagem que na verdade só existe na nossa
mente, tentar absorver coisas...

Ha! Essa parte foi engraçada. Descobrimos todas nos que não poderíamos
ser muito mais daquilo que somos por dentro. E isso foi bom. Aprendi a cerca
de varias coisas com isso e esses últimos dias voltaram a minha mente.


Sou suspeita para falar qualquer coisa, pois minha vida é uma amorável
coleção de pessoas tanto boas quanto ruins e adoro cada novo nuance
que conheço dos distantes universos que interajo.

Mas uma coisa é certa: Somos únicos.

E deixando de lado nossas modéstias e inseguranças, somos nosso
melhor, nossa única criação completa, construção
perfeita de informações.

Àqueles que são bons, parabéns continuem trilhando caminhos
desiguais aos das pessoas ao redor.

O final certamente é muito doído e sofrido (ser bom custa muitos
neurônios e lagrimas mas rende umas boas noites de sono tranqüilo).

Àqueles que por vontade ingrata do destino, se construíram em
cima de pedras e tempestades intermináveis deixo uma breve conclusão:
Ninguém pode ser completo senão na morte.

Estamos em construção até o ultimo suspiro. Ninguém
tem culpa de ser o que é, embora seja construído por si próprio.


Mude o rumo dos pensamentos, cheque a realidade das metas almejadas e verifique
seu sono.

AH! Não esquece. O bem vem de dentro para fora, portanto, além
de pensamentos melhorados cuide da sua embalagem. Nem tanto e nem pouco. Mas
o suficiente para não atrapalhar seu sono.

Falei demai.

Boa semana povo!


quinta-feira, 20 de novembro de 2003


Onde achar grandes pessoas?





Dentro de si.
E na hora que menos temos forças e condiçoes de vencer.
Amo. Muito. Cada pessoa delicadamente forte que conheço
Isso faz a vida valer a pena.
Obrigada por me permitir ser sua amiga. Ainda que distante.
O respeito e carinho é o mesmo.



quarta-feira, 19 de novembro de 2003



Então é isso que acontece com quem perde a hora da partida?

terça-feira, 18 de novembro de 2003

Ela acordou de repente. Chovia lá fora e as gotas pareciam ecoar dentro de seus pensamentos confusos e vazios. Já havia percebido onde estava. E sentia solidão.

Ao seu lado ele dormia. Como se tudo que acontecera não lhe incomodasse. Calada chora. Suas lagrimas são sufocadas pelo medo de ser descoberta e pela chuva batendo no telhado. Não se move. Não quer acorda-lo. A única coisa a pensar é que não queria estar ali. Vivendo aquilo tudo e matando dia a dia todos os seus sonhos.

Mais uma vez sua vontade de encontrar o seu caminho e o seu povo a levara a decepção. Agora, presa, não poderia e nem teria forças para retomar o caminho escolhido, desde o dia que deixou da grande torre, para trilhar.

Suas lágrimas não podiam ser contidas. Sentia a fria tristeza do fracaso, dos sonhos que não deram certo. Tinha a impressão que morreria ali e ninguém notaria. Sentia frio e dor. Sua cabeça
pesava e parecia estar entrando em um grande torpor que a impossibilitava de andar.

Ainda assim rastejou silenciosamente até a janela, pois sabia não poder mais controlar os soluços de desespero e dor que fluiam harmonicamente daquele coração. Era triste seu fim.

Quando olhou a chuva lá fora. Naquela noite escura, assustadora. Lembrou de sua infancia na torre. Trancada, aprendendo a respeito da vida com pessoas que pouco conheciam as coisas que falavam. A teoria que aprendera fora muito pouco utilizada até então. Desde que colocara os pés para fora da torre, percebera a diferença entre a sua imaginação sonhadora e a realidade que estava encontrando dia a dia e triste observou que daquilo tudo nao poderia se sair melhor do que ja conseguira.

Porque no fundo, sentia morrer a menina doce que esteve o tempo tdo dentro dela, dando espaço a uma velha feia e descrente de tudo. Era assim que se via agora. E um soluço mais descontrolado quase o acorda e ela se afasta para a penumbra. Mas ele se move e continua seu sono tranquilo e feliz.

Ela o observa de longe e nao entende o que sente. Vê, por minimas frações de segundos, todo o coração e sonhos dele e não o culpa pelas maldades. Sabe que ele não seria assim se pudesse ter escolhido seu destino. Era tão vitima quanto qualquer pessoa que havia conhecido
e sentido a dor. Por isso nao tem odio e o perdoa por tudo. E isso lhe trás, num instante milagroso, a sensivel impressão de velhos tempos. Sente-se forte novamente. Como na primeira vez que fugira da torre. Sorriu e pensou leve como a muito não fazia. Olhou a chuva fria lá fora. Dura, indiferente. Olhou novamente para dentro do quarto e sorriu. Desse sorriso sairam lágrimas e ela soube, a partir daquele momento, que se libertara novamente.

Sua mente estava pronta para buscar e as vozes antiga de sua infancia perdida, cantava coragem dentro dela.

Sem pensar pulou a janela. Correu tanto e essa corrida era de alegria e liberdade. A ingenuidade do momento fez a chuva aumentar emocionada pela vitória interior da menininha que nascia novamente. Ela voltava a ser do tamanho de seus sonhos. E seus sonhos...sem fim.

segunda-feira, 17 de novembro de 2003

Mudou

Minha alma mudou de endereço e não disse para ninguem onde iria.
Quem sabe nas nuvens ela esteja. Ou no limbo da minha essencia, não sei.


Apenas sinto a dor do vazio que ela preenchia. Cheia de sonhos, andava ela. Animada,
ria de tudo e era feliz. Na sua ingenuidade fria e insana. Agora ela se foi e
agora? Que será de mim? Não saberei viver sem o fino toque de suas
lembranças...

sexta-feira, 14 de novembro de 2003

Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
Escrever, por exemplo: "A noite está estrelada,
e tiritam, azuis, os astros lá ao longe".
O vento da noite gira no céu e canta.

Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
Eu amei-a e por vezes ela também me amou.
Em noites como esta tive-a em meus braços.
Beijei-a tantas vezes sob o céu infinito.

Ela amou-me, por vezes eu também a amava.
Como não ter amado os seus grandes olhos fixos.
Posso escrever os versos mais tristes esta noite.
Pensar que não a tenho. Sentir que já a perdi.

Ouvir a noite imensa, mais imensa sem ela.
E o verso cai na alma como no pasto o orvalho.
Importa lá que o meu amor não pudesse guardá-la.
A noite está estrelada e ela não está comigo.

Isso é tudo. Ao longe alguém canta. Ao longe.
A minha alma não se contenta com havê-la perdido.
Como para chegá-la a mim o meu olhar procura-a.
O meu coração procura-a, ela não está comigo.

A mesma noite que faz branquejar as mesmas árvores.
Nós dois, os de então, já não somos os mesmos.
Já não a amo, é verdade, mas tanto que a amei.
Esta voz buscava o vento para tocar-lhe o ouvido.

De outro. Será de outro. Como antes dos meus beijos.
A voz, o corpo claro. Os seus olhos infinitos.
Já não a amo, é verdade, mas talvez a ame ainda.
É tão curto o amor, tão longo o esquecimento.

Porque em noites como esta tive-a em meus braços,
a minha alma não se contenta por havê-la perdido.
Embora seja a última dor que ela me causa,
e estes sejam os últimos versos que lhe escrevo.

quinta-feira, 13 de novembro de 2003

engraçado como nao me magoei hoje. deve ser porque eu recebi um maravilhoso eu te amo. De alguém, um dos poucos alguéns que realmente tem consireração por mim. Agora sinto que não tem sentido não ter sentido na vida.
E como nós, seres humanos somos tão dependentes de carinho, atenção. Eu quero dar carinho e atenção aos meus até o ultimo dia de minha vida. Não quero ser rude nem grosseira demais a ponto de acabar com historias e sonhos. Quero ser terna e amiga por toda a vida e plantar boas
sementes dentro de cada um que passar por mim. Queria um céu perto de mim. Sei que não tô lá aquelas coisas, vou me curar de mim mesma.
Minha nuca dói tremendamente, minha cabeça pesa sobremaneira mas eu tô vivendo e vou continuar. Embra o chão tenha me faltado esses dias.
Sinto novidades chegando e posso, numa fração de segundos, tocar o céu.
Tô feliz e começando meu processo curativo. Que bom. Deus existe.

terça-feira, 11 de novembro de 2003

Sabe...eu tenho um novo blog. Mas esse lugar é tão mais meu.
Adoro meu feio e velho blog.
Adoro.

quinta-feira, 6 de novembro de 2003

Sabe daqueles dias que vc nao deveria ter acordado?

Na verdade o meu começou mais cedo: as duas da manhã. Tenho uma
vizinha...ta bom, todo mundo tem uma vizinha ou vizinho...digamos, bem diferentes.

Lá no prédio eu e o Tão já catalogamos alguns adoráveis
espécimes: Criatura I e II (versão macho e femea de crianças
nascidas e educadas nos quentes vaus das profundezas da terra. Não. Nada
contra crianças claro. É que essas ultrapassam os limites do "capetismo
infantil"). Mais uma vez eu divagando.

O fato em questão não é crianças capetas mas a vizinha
do sétimo andar e seu abominável ensurdecedor ar condicionado
dos infernos. Na verdade eu nem sei se realmente trata-se de um ar condicionado
e então me dispus, na minha insone noite depois de longos e decréptos
pesadelos,a imaginar o que poderia ser.

E foi assim:

Secador de móveis de madeira exclusivo para estantes

Triturador de criancinhas

Foguete espacial que ela testa toda madrugada com medo que algum americano descubra
e exploda

Não sei o que pode ser. Só sei que é e eu não dormi
e hoje acordei bem humorada de tantas possibilidads birutas...tão quanto
o som cavernoso que sai daquele aparelho.

E se alguem pensa que modernidade é tudo de perfeito..tsc...tsc...cheguei
no trampo: no rede, no micro, e quase queima tudo por causa da ultima moda em...pasmem..hub.
Veja só...

quarta-feira, 5 de novembro de 2003





Seria feliz...Se não fosse Dia do designer


Arg!!! Onde estão os Deusegners? estou farta desses semi deusegners pré neolíticos que insistem em impor conceitos de belo e ultra futurista, quando o "tudo de podre" predomina. Args duplos...alguém me dá um tiro.


Tava eu, linda e nada loira, exatamente igual a foto acima pois hoje consegui deixar meu cabelo daquele jeito.Queria ter colocado aquela roupa mas tá friozinho por aqui...well, tava eu, tranquilinha fazendo uma pequena exploração das notícias na terra do tio San...de vez enquando gosto de piadas...e procurando novas formas de desfragmentação cerebral relacionadas a guerra contra o terrorismo...muito bem. Quando, de repente, do grande e absoluto nada, dou de cara com uma pop up meio diferente, engraçadinha até...do matrix. Que tem sua estreia mundial hojinho (inclusive meu namorado vai nessas pré estréia pois ele é membro de um fã-list...mas ele é normal e bonito. Diferente do que se pensa encontrar nessas reuniões de aficcionados por sci-fi...). Bem, mas o caso não é o matrix, nem sua estréia, nem a beleza do tão e muito menos o fã-list. A não ser que a ocorrência de gente falando dessa estreia era unanime em todos os sites gringos que passei...até o boston.com (que me diz inclusive that have fogs there).


Não. Na casa Branca só tinha outra atração, Bush ao lado do Arnold Schwarzenegger num discursinho pró babacal e a informação do mês de ramadã...Ramadã...Caracas... que apelação. Xô conta oque li: Entao ele foi num jantar de celebração desse mes e disse isso:"America has close and important relations with many Islamic nations So it is fitting for America to honor your friendship and
the traditions of a great faith by hosting this Iftaar at the White House," ...alguém tava com fome? Não né.

Bom, tentando voltar ao assunto que eu quero muitíssimo explicitar para minha fiel e pouca cartela de visitantes hora anônimos hora não..Valeu Joana!...bem aí eu resolvi, acreditando que o Silicon Valey falasse alto dentro do coração dos EUA e entrei num link do matrix e pensei: "Verei algo bom" Detalhe, eu estava bem embasada pois as últimas navegadas que dei em sites oficiais de filmes foram bem bacanas. Mas esse não era simplesmente um site e sim um Hot Site. Óoooo!!! Pois veja você, um Hot Site.


Entrei e para surpresa minha ele carrega flash...tudo bem, todos os sites que se dizem modernos tem flash. Fundo preto. Lembrei do Tão na hora. Mas prossegui...aimeudeusaimeudeus...quando terminei de carregar o que vejo no seu cinzinha podre e destoante que nunca deveria estar num site preto, totalmente preto e oficial de um filme: 2... queridos, pasmem...dois cinzas e cumpridinhos scrool bars derivados de que??? de dois frames!!!!

Isso é o halloween e não dia do designer!!! O resto é paia.

Então tá. Era isso. vou fazer um trampinho que ganho mais e esperar ansiosa pelo engordamento de minha conta bancaria. falÕ proCêis...Hã...o hot site? Onde tava? No yahoo.com. Ve que feio vá lá, e quando pensar em internet fale com brasileiros ok!

kisses
e feliz Ramadã... já que os designer mesmo estão em falta.

segunda-feira, 3 de novembro de 2003

As vezes não entendo alguns procedimentos meus.

Tava olhando o mundo no final de semana bobo e podre onde tive que ver um cena
patética de uma pessoa que gosto muito, tomei as dores dessa mesma e
me senti boba, mas gostar é bobo e estranho mesmo.

Mas na verdade tava crescendo novamente e verificando de onde vim, quem sou,
quem fui e pra onde caminha minha vida e tudo aquilo que prezo e primo melhorar.
Meu mundo hoje, a um ano atrás, a dois anos. Percebo que, num pequeno
período eu me despojei de tudo aquilo que poderia ter sentido estar perto.

Ontem me despojei do Pocotó. Violado Pocotó. Perdeu a graça
infantil e pueril que tinha meu querido travesseiro em forma de cavalo. Mas
não foi tão doído como parecia que funcionaria. Na verdade,
ao longo desses tempos tenho feitos escolhar e perdido coisas que, aparentemente
seriam muito mais significativas e importantes mas não. Na verdade tudo
se transforma em ganho.

Mas, quando olho para trás e vejo o quanto ja percorri só e o
tanto que ainda falta me assusto. Me assusto e me prontifico a ir cada vez mais
longe. Onde as divisas da minha alma não consigo mirar.

E estranhamente o fato de ja ter tido de tudo na minha vida como dinheiro, conforto,
boa educação, de uma chocante forma me fazem plena nesse mundo
de deficiencias e faltas que tenho vivido. Nunca pensei que agradeceria o fato
de ter estudado em bons colégios, começado uma facu bacana, convivido
com pessoas fúteis que me ensinaram a não ser como elas e sempre,
ainda que o mundo tivesse por ruir, deixar para trás os planos e sonhos.
Me percebo hoje uma imensa e anêmica sonhadora. Onde me faltam quase todos
os básicos de sobrevivência que, uma mulherzinha como eu, precisaria
mas ao mesmo tempo. Há o completo preenchimento de ser quando vejo minha
alma feliz. Não realizada. Mas feliz. Pela troca, pelo desapego e pelo
ideal. Gosto muito do que vivo hoje e isso me trás um brilho tão
grande e só meu.

Não ter tv e ter, não ter casa e ter, nao ter conforto e ter.

Não. Isso não é admiravel e nem heróico. É
ludico. E eu preciso disso. Na verdade nem sei pra que ao certo. Para morrer
velhinha e nao estar senil...sei lá. Mas amo cada agrura e cada contentamento
que passo. Não passo só. Tenho alguém que me acompanha
nesse adoravel reality show. Já não sei ao certo se existe um
deus no céu que olha por mim. Mas eu sei que aprendo a andar sem dar
as mãos a alguém mais forte que eu. E ainda assim, não
me sinto sozinha.