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Tudo está indo muito bem por aqui. Obrigada.
Falei com minha irmã e ela nem me deu nenhum tipo de bronca ou indiretinhas me chamando de irresponsável, meu novo trabalho é tudo o que eu queria com a vantagem de melhor remuneração...meu frila com o querido e confuso fotografo amigo...tudo bem. Mas porque não consigo ficar feliz e plena? Tenho lingeries lindinhos, uma bota, um edredom fofo e um travesseiro fantástico.
Não tenho muitos amigos mas não estou sozinha, me alimento bem, tenho saúde...não entendo porque meu coração está tão pequenininho.
Vontade mesmo que eu tenho hoje é de encostar numa janela de vidro, enrolada num edredom vermelho e com uma grande xícara de chocolate quente, vislumbrar o movimento da rua até vir um sono grande que me movimente os pensamentos.
Ainda que os desafios estejam me impelindo a várias atitudes, ainda tem coisas que me falta entendimento para administrar dentro de mim. Talvez falte amor dentro de mim para entender eu mesma,ao invés de me cobrar posturas.
Posso me enganar achando que a falta está nas pessoas mas acho que no fundo quem não ama sou eu. Que não me dou o direito sequer de errar sem culpa.
E me acuso sempre que poderia ser melhor e fazer melhor sempre.
Como uma madrasta cruel, desmerecendo e renegando todo valor dos meus atos. Herança? Não sei...mas dói na alma a apatia que, vez ou outra, me invade.
Queria complicar menos onde é simples e simplificar menos o complicado.

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Estou empolgadíssima: Tõ lotada de trabalho até a próxima encarnação, meu namorado não gostou da idéia de eu me filiar a uma sociedade local que protege animais. Tá. Isso é chato...mas a ideia de fazer o cartão de natal está me motivando...adoro criar...adoro...adoro!!!
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Solidão

  Heis que faz eco meu coração. A medida que minha idade avança e já não sou mais aquela de 2003, que contava com a sorte, sonhava com o resgate ideal, o destino perfeito, a vida rotineira. Percebo hoje que de tudo que fui e que sou, resta um sopro de autenticidade e solidão. No final da estrada, quer haja bifurcações ou não para chegar no destino, quem vai sou eu. As bagagens que eu, ingenuamente, carregava hora como um troféu, hora como norte, já ficaram para trás a muito tempo e hoje me restam nas mãos as poeiras do caminho, na pele as marcas da jornada e na mente uma juventude renovada de quem vive uma eternidade, ainda que as pedras e obstáculos do percurso atual, façam tudo parecer tão único, urgente e final. Hoje me encontro no derradeiro desfecho desse percurso onde o destino nada mais é do que uma representação da viagem em busca do Graal. Há um corpo cansado, uma mente anuviada pela quantidade de impressões e percepções nas paisagens vistas em contraposição a uma alma que ans