terça-feira, 17 de julho de 2018

Chuva fria



Chove lá fora, meu pão cheira queimado no forno e eu não tenho ideia de que roupa vou colocar para trabalhar.

Ontem fui bem bonitinha e hoje estou com vontade de repetir a cor, azul marinho, num contexto galocha, jaqueta termica e jeans...Nada glamouroso.

Ontem chorei bem pouco, almocei com um colega e ri. Consegui marcar psicologa para amanhã e tudo me parece mais possivel hoje.

Voltei a pensar em partidas, em seres que vem e vão de nossas vidas e deixam um legado importande de aprendizados e experiencias. Vivo alguma coisa parecida com um humano essa semana. Mas a vida dele segue pulsante e colorida...Nesse caso é a distancia mesmo que irá acontecer.

Eu sigo teimosa em aceitar essas partidas, sejam elas em que nivel for. Não sei se essa resistencia toda é normal no ser humano ou se sou eu que na minha orfandade adolescente, desenvolvi apego demais e medo demais de perder aqueles que amo...enfim...

Hoje, contrariando todas as insanidades possiveis que esta minha mente pode oferecer, sonhei com pessoas de uma cidade que deteesto. Eu as abraçava, reconhecia e alegremente conversava sobre suas vidas. Foi um sonho bom, emotivo...Positivamente emotivo e cheio de reencontros surpreendentemente felizes.

Hoje tem reunião e eu preciso falar com mais gente do que ontem e isso me incomoda...Talvez eu tenha que ir arrumadinha novamente ao trabalho...

Tenho algumas coisas aqui dentro para escrever mas não quer sair...talvez hoje durante o dia as coisas resolvam aparecer em palavras por aqui.

Mas agora tudo o que eu tenho a oferecer a mim mesma neste post é um silencia traduzido em cacofonia.

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Oleh

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