quarta-feira, 21 de março de 2007

Então...estava eu subindo uma rua lá do centro, a pé, filosofando sobre as regiões centrais das grandes metrópoles e concluindo que o centro de Sampa é mais simpático que o daqui...quando me deparo com vários cabeludos que me chamam a atenção...olho...olho de novo...e não é que eram os caras do Blind Guardian...e estavam hospedados no hotel que minha irmã sempre fica quando vem pra cá...

Obviamente que aproveitei e tirei fotos com os caras...fiquei super serelepe saltitante...péssimo comportamento para uma pessoa que curte metal progressivo...mas tudo bem...foi emocionante...a uma hora atrás se os caras morressem iria ficar a minha cara katitíssima fotografada nas córneas dos belos! Sim...pq se depender das fotos tiradas...sinceramente...não haverá provas...aiquetudoooo...

Daqui a pouco o povo vai estar se descabelando lá no horroroso Opinião enquanto eu tirei fotos sem o menor stress!

Muito legal...mas realmente queria andar com a meleca da maquina fotografica que comprei para usa-la...tava olhando meu celular...é só nele q tem fotos importantes!!! E todas elas podres! A pessoa que não sabe ser tecnologicamente evoluída é fogo.

Minha poesia do dia:

Sempre chega a hora da solidão / Sempre chega a hora de arrumar o armário
Sempre chega a hora do poeta a plêiade / Sempre chega a hora em que o camelo tem sede
O tempo passa e engraxa a gastura do sapato / Na pressa a gente nem nota que a Lua muda de formato
Pessoas passam por mim pra pegar o metrô / Confundo a vida ser um longa-metragem
O diretor segue seu destino de cortar as cenas / E o velho vai ficando fraco esvaziando os frascos
E já não vai mais ao cinema
Tudo passa e eu ainda ando pensando em você

Penso quando você partiu / Assim... sem olhar pra trás
Como um navio que vai ao longe / E já nem se lembra do cais
Os carros na minha frente vão indo / E eu nunca sei pra onde
Será que é lá que você se esconde?
Tudo passa e eu ainda ando pensando em você

A idade aponta na falha dos cabelos / Outro mês aponta na folha do calendário
As senhoras vão trocando o vestuário /As meninas viram a página do diário
O tempo faz tudo valer a pena / E nem o erro é desperdício
Tudo cresce e o início / Deixa de ser início
E vai chegando ao meio / Aí começo a pensar que nada tem fim...
O Avesso Dos Ponteiros
Ana Carolina

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Oleh

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