Ok, estou triste e escutando Natalie Cole...combina tudo com o momento...Hoje dei minha ultima aula lá na UFRGS...ai que triste...amo aquilo mas sei que por causa do meu excesso de trampo num tô podendo mais dar aulas...sentirei tanta falta...afinal sao 3 anos que foram excelentes...aprendi tanto com aquelas pessoinhas...realmente hoje foi a minha aula mais triste. Vai ser muito e sinceramente ruim não ir dar aulas lá. Me dói o coração...verdadeiramente. Mas como disse o Dequinho, há mais coisas para fazer e pessoas para ajudar e como também disse o Reizinho, eu posso deixar a internet mais bonita com meus sites...vou nanar...sentirei falta dos meus pequenos seres...muita muita.
Fragmentos de Mim
Me percebo em fragmentos, onde cada parte de mim serve a uma função do outro. Na massagem, sou um corpo sem rosto. No trabalho, uma mente estratégica que resolve problemas designados; sem sentimentos, sem atividades outras. Na academia, sou movimento. Na rua, sou sombra. No restaurante, fome. No banho, sujeira. No sexo, prazer. No consultório, uma boca que fala e um corpo que talvez sinta. Sinto-me fragmentada quando acordo e vou ter com a vida. Enquanto apenas eu comigo, luto para me ver inter. Luto para ver as partes que os olhos de fora separam todas juntas, engrenadas, montadas de uma forma ímpar. É nesse lugar que o fôlego se transforma em eu . Quando atinjo essa integração, me perco nas minhas possibilidades. Percebo-me imensa, exuberante e total e isso me assusta, pois desconstrói as funções das partes e me faz inteira e presente. A raiva surge por não ser percebida como me percebo. Sou coisa social quando saio da caverna; sou estrela quando brilho ...
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