segunda-feira, 23 de janeiro de 2006

Está tudo escuro...eu naõ enxergo absolutamente nada daquilo que está aqui.

Embora a paisagem seja óbvia e antiga e as estações do ano só fizeram com que ela se tornasse mais linda e real...ainda assim não vejo nada.

Não acho as flores que estão logo ali na esquina bonita onde o carteiro deposita uma carta de amor àquela jovem que não vejo mas ouço sua alegria...

Não vejo a rua, não vejo o sol, não vejo por mais que abra meus olhos nada vejo e tudo está exatamente ali, aqui...acontecendo neste exato e fracionado instante...e não interajo porque não vejo.

Não nego, não vejo.

E a vida segue seu colorido rumo ao horizonte de infinitas possibilidades e eu cego, perco o rumo, a valsa, os dias.

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Oleh

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