quarta-feira, 9 de fevereiro de 2005

A Claudia é uma chata.
Mas uma das pessoas mais admiravelmente cultas no quisito poético, que conheço. Bota muito palhacinho cult de pseudo-sarau no chinelo.
Acho fantástico quando uma pessoa leva sua vida, poeticamente.
Ela o fez, não sei se faz ainda. Mas isso não importa.
Minha irmã sempre será pra mim alguém absolutamente inteligente e culto, porque tem frases dela que ainda gritam tantas realidades.
Uma delas, célebre na familia, hoje me veio a tona com a mais fria e suave de todas as definições:"...sem encontrar e se perder..."
Vivemos essa frase desde que nascemos.
Tem várias interpretações, várias pequenas nuances de vida dentro dela.
É...hoje essa frase soa como um monte de gente indo e vindo na vida, umas passando, outras ficando, algumas sendo arrancadas a força, outras introduzidas quase como um estupro psicológico.
Acho engraçado isso...essas inúmeras "entradas", pequenos encontros nos desorganizam toda a vida. Uma desordem do bem, porque tráz consigo o melhor de todos os presentes de boas vindas: Crescimento.
Mas nesse pequeno trecho, fragmento poético, existe também o outro lado. Porque a medida que nos encontramos acabamos por nos perder.
Perder a nós, em respaudo a novas informações que vem com o outro. Sei lá...encontrar e se perder.
Ele apareceu novamente. E novamente o pequeno trecho se fez real.
Droga...não consigo parar de ouvir Damien Rice.

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Oleh

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