quarta-feira, 6 de outubro de 2004

Acordo, depois de uma noite extremamente reflexiva onde falta de familia e, consequentemente, parametros, fazem uma grande diferença...alias essa droga de depre que de tempos em tempos bate me faz bem. Humanissima, falhérrima, certa de que inumeras coisas me serão impossiveis de executar e isso me tira de uma possivel arrogancia...
viro gente quando me deparo cruelmente com minha realidade. Isso é bom. Tenho todos os predicados necessários para ser uma petulantezinha ridicula mas eu sou podada pela minha realidade fria e solitaria que, vez ou outra me acorda, sacode todo meu ser e fala com ar de superioridade sabia: "Quem voce pensa que é?"
Ai eu passo a refletir que realmente, dentro de um contexto mundo não sou nada, ou...alguma coisa infima que faz parte da paisagem do mundo.
E que só pode contribuir com algo util se fizer algo util e não ficar reclamando, se achando e outras coisas mais que costumeiramente nos mortais fazemos com maestria.
Esses "chacoalhar" de ideias é bom.
Me faz absolutamente apatica, alheia a correria do mundo e a minha conta estourada por causa de gestos nobres...não tô com raiva.
Obvio que já acordei abstraida do contexto humano que estou inserida, entao essas coisas não me atingem tanto...tem uma ponta de raiva dentro de mim por causa do garotinho recepcionista da academia, da porcaria dos 90,00 extraidos da minha conta a toa...enfim...to de saco cheio. de conhecer meu final, saber meu futuro e não pode reclamar, porque é bom. Apenas não é oque eu planejei para mim.

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Oleh

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