terça-feira, 28 de setembro de 2004

Não há madrugada, nem sensação sufocante do verão que deixou de existir naquele instante de segundo, onde a brisa suave envolvia tudo ao redor e, o gosto salgado de agua do mar chegava a boca, pelo vento e lembranças daquela paisagem.
Dias insolitos, intensos e felizes, mas sem lembranças relevantes. Era apenas uma sensação tranquila de vento litoraneo na face. Cabelos e pensamentos tão perdidos no insano dia a dia da metropole.
Queria que tudo voltasse? Na verdade a unica coisa eterna aquela hora seria ao sentido imediato ao passar a mão pelos cabelos desgrenahdos pela ventania vinda da praia.Tempo bom, de poucas cobranças mas também poucos sonhos.
Muitas musicas e delirios porém poucas lições e crescimentos.
Tempo bom, não fosse o futuro.
Mas nada daquilo valeria, hoje, como lição. Apenas a sensação tranquila de estar muito além daquilo tudo, nada alcançando, nada absorvendo e ao mesmo tempo tudo tao necessário e vital.É o que chama de viver.
Acima de tudo conhecer ilimitadas formas de ser e estar feliz. Ainda que a fugacidade imprima inúmeras falhas e tristezas em nossas mãos, vale a pena sentar e olhar para trás um só isntante que seja e estar lá, ainda que para voltar rapidamente e não visitar o passado outra vez.
Vale a pena por que tudo passa a ter renovado sentido quando o que foi vivido na realidade, nao teve a menor importância.
De vida, de historia e de alma.Voltou lá, porque não acreditava nisso.
Mas percebeu a verdade nessa promessa.
Nada valeu, mas se não o vivesse, nunca teria sabido.



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Oleh

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