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a gente vive no limite. e ultimamente limite tem sido meu sobrenome. acho que ando pilhada demais com tudo o que a contece e ando ferindo pessoas que gosto muito. com meus medos e teorias abjetas a respeito de mime como as coisas funcionam. as vezes a gente quer melhorar e acaba piorando tudo, bem que ja me disseram que quando nao se tem nada pra falar é melhor ficar de boca fechada. ontem, nao dormi. olhos inchados hoje. pensamentos mais brandos e serenos e uma felicidade absurdamente superior pois percebi que vivo e sinto. limites terei sempre, retrocessos tb. nao gosto deles. nao combinam comihgo mas hoje os saudo e respeito. amo estar aqui, nesse contexto dificil e de horizontes brumados...nao sei pra aonde vou mas irei, nao mais sozinha assim acredito. eu tenho um novo céu. parecidinho com um inferno mas isso passa.
gosto de acordar todos os dias e ter exatamente a visao que tenho. nada. se um ladrao entra em casa é capaz de dar dinheiro pra gente. mas tenho um ambiente que gera afeição, carinho e isso, atualmente tem alimentado sonhos e vontades...e deixado um pouco menos dificil o universo insistentemente ingrato que vivemos.
eu mudei, o cara que eu gosto tb. e a pressao faz pressão. desculpe mundo. por eu nao saber lidar com nada nem ninguem. e por, nessa circunstancia perder momentos bons jogando meleca em ventiladores!
e viva a paciencia!!!

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Estou empolgadíssima: Tõ lotada de trabalho até a próxima encarnação, meu namorado não gostou da idéia de eu me filiar a uma sociedade local que protege animais. Tá. Isso é chato...mas a ideia de fazer o cartão de natal está me motivando...adoro criar...adoro...adoro!!!
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Solidão

  Heis que faz eco meu coração. A medida que minha idade avança e já não sou mais aquela de 2003, que contava com a sorte, sonhava com o resgate ideal, o destino perfeito, a vida rotineira. Percebo hoje que de tudo que fui e que sou, resta um sopro de autenticidade e solidão. No final da estrada, quer haja bifurcações ou não para chegar no destino, quem vai sou eu. As bagagens que eu, ingenuamente, carregava hora como um troféu, hora como norte, já ficaram para trás a muito tempo e hoje me restam nas mãos as poeiras do caminho, na pele as marcas da jornada e na mente uma juventude renovada de quem vive uma eternidade, ainda que as pedras e obstáculos do percurso atual, façam tudo parecer tão único, urgente e final. Hoje me encontro no derradeiro desfecho desse percurso onde o destino nada mais é do que uma representação da viagem em busca do Graal. Há um corpo cansado, uma mente anuviada pela quantidade de impressões e percepções nas paisagens vistas em contraposição a uma alma que ans