faculdade meleca...laboratorio meleca...ta uma dificuldade pra acessar qualquer coisa por aqui...beleza...pelo menos tenho uma desculpa otima pra dar pra aquela animação que eu fiquei de fazer pra um carinha...tava na fisioterapia hoje e fiquei impressionada com o atendimento publico ...nesse sao paulo que, apesar de tudo ainda tem o melhor atendimento que em muitos paises por ai...mas as pessoas sao tratadas como cobaias, lixões sem a menor importancia, onde se prioriza a vontade de sondar o corpo humano, testar seus limites de dor e por isso morre tanta gente...gente que se tivesse um pouquinho mais de educação saberia perfeitamente como se ajudar...são coisa pequenas que fazem uma diferença e o povo perece por falta de conhecimento...me deu tristeza hoje e vontade de fazer uma discreta diferença...fiquei muito triste com essa visão tão desumana e recheada de pouco caso da saude brasileira...tem gente lá dentro, que esta buscando saude e se ve em contraste copm carros importados de medicos recém formados e mal educados que nunca vai entender absolutamente nada do que eles falam e fazem...e, como que por magica, encontram nessas pessoas que os fazem sofrer com diversos exames, biopsias e o caramba a quatro, a unica alternativa de cura para seus males...queria que Deus viesse logo pra a cabar com tudo isso...eu fico tão mal e me sinto tão incapaz e ao mesmo tempo agradecida por não ser assim...por ter um pouco de conhecimento geral...cara...na boa...isso me tira a esperança de melhora em tudo...a crueldade é grande e na verdade, tuido esta tão interligado que acabamos por todos nos sermos tão inocentes quanto culpados...falô.
Fragmentos de Mim
Me percebo em fragmentos, onde cada parte de mim serve a uma função do outro. Na massagem, sou um corpo sem rosto. No trabalho, uma mente estratégica que resolve problemas designados; sem sentimentos, sem atividades outras. Na academia, sou movimento. Na rua, sou sombra. No restaurante, fome. No banho, sujeira. No sexo, prazer. No consultório, uma boca que fala e um corpo que talvez sinta. Sinto-me fragmentada quando acordo e vou ter com a vida. Enquanto apenas eu comigo, luto para me ver inter. Luto para ver as partes que os olhos de fora separam todas juntas, engrenadas, montadas de uma forma ímpar. É nesse lugar que o fôlego se transforma em eu . Quando atinjo essa integração, me perco nas minhas possibilidades. Percebo-me imensa, exuberante e total e isso me assusta, pois desconstrói as funções das partes e me faz inteira e presente. A raiva surge por não ser percebida como me percebo. Sou coisa social quando saio da caverna; sou estrela quando brilho ...
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