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Mostrando postagens de janeiro, 2026

Pesadelo Feliz

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Hoje acordei de um pesadelo feliz. Desses que, quando voltamos a consciência ordinária, percebemos que nada do que foi visto pode acontecer, já passou, não tem espaço essa tragédia. E  o que resta é analisar os símbolos e honrar a historia toda vivida até esse ponto, que fez com que o pesadelo não passasse de uma ode a redenção de aspectos sombrios dessa vida. Então tudo ficou simbólico, tênue, sagrado. Cada arquétipo, cada cena daquele "sonho ruim" se transformou em respeito e honra a um caminho que se fez. Fala ontem sobre Jung, individuação... dormi ouvindo sobre o tema e começo a perceber claramente que, aquele pedido ao "deus" de sabedoria e lucidez que eu fiz do alto dos meus 8, 9 anos se desenrolou até chegar aqui. Olhei todos os caminhos que passei, os mágicos e os comuns, e no final das contas era aqui onde eu deveria ter chegado e exatamente nessa hora. Fui pontual. Vencendo marcos e medos, cá estou eu. O que me espera eu não sei. Sei que não há louros de ...

Toc... Toc...

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Quem é você que apareceu aqui, sem mais nem menos, nessa hora da noite falando de lugares que não existem, tempos que fazem parte de uma imaginação fértil qualquer e de, sonhos?!  Que sonhos são esses que ultrapassam a barreia lunar e habitam o cotidiano fazendo toda a ordem se desfazer, cenários se erguerem e sensações indescritíveis aparecerem? Quem você pensa que é para romper o véu do comum e transformar o normal em obsoleto de desnecessário, que faz com que a vida ganhe cores mais quentes e o pensamento se confunda com devaneios? Loucura? Você ousa chamar de loucura o lugar comum que antes habitava e acha que esse modelo distópico é que realmente faz sentido? Não... não é possível que a essa hora sombria do dia, quando tudo está perdidamente contextualizado, previsto e sacramentado, você vem e consegue derrubar todos os planos de uma forma... perfeita! Não me restam argumentos. Você me rendeu e eu compro a sua promessa.